domingo, 22 de novembro de 2009

César Borges senador:













César Borges o senador da Bahia.

César Borges recebe os parabéns de Wagner e do presidente da Ford por ter trazido indústria automotiva para Bahia.


Durante a visita do presidente Lula à planta da Ford em Camaçari, nesta sexta-feira (20), para assinatura da Medida Provisória (MP), que estende os incentivos federais à montadora até 2015, o presidente da Ford Brasil e Mercosul,  Marcos de Oliveira, disse que o empenho de  César Borges  foi decisivo para vinda da Ford, que resultou em inúmeros benefícios econômicos e sociais para a Bahia.  O governador Jaques Wagner , em seu discurso, também reconheceu e parabenizou o senador César Borges pela implantação da Ford. “A atuação de César Borges, quando foi governador, no final dos anos 90, foi fantástica. Ele mudou a cultura industrial da Bahia e do Nordeste, que não tinha a tradição de produzir automóveis”, reconheceu Marcos de Oliveira, salientando que o complexo Ford foi responsável pela geração de 8,4 mil empregos diretos e por mais  90 mil indiretos. Cerca de 90% da mão–de-obra da Ford Camaçari é local. Oliveira lembrou também que a planta de  Camaçari tem um dos cinco centros de engenharia de produto que a Ford tem no mundo. Para Marcos de Oliveira o empenho de César Borges volta a ser decisivo no momento em que o Governo Federal precisa aprovar no Congresso  a MP que prorroga até 2015 os incentivos fiscais que beneficiam a empresa e a Ford se compromete a investir R$ 2,8 bilhões na Bahia e no Nordeste.


Reunião: O senador César Borges participou de uma reunião a portas fechadas com o presidente Lula, o governador e a diretoria da Ford, onde foram tratados detalhes do acordo entre o Governo Federal e a Ford. Nesta reunião, o presidente da Ford Motor Company para as Américas, Mark Field, disse que  foi uma ousadia erguer a planta da Ford  num local que antes só havia mato. Jaques Wagner falou  no palanque que “quem quer ter seu trabalho reconhecido não pode sonegar informação a respeito do trabalho dos outros”. “Eu parabenizo o senador César Borges, não só por fazer parte da base de apoio ao Governo Lula, mas por ter implantado a Ford na Bahia”, elogiou o governador. César Borges, que se comprometeu a trabalhar no Congresso Nacional, mais especificamente no Senado, para aprovar a medida provisória, disse  que viveu um momento histórico no desenvolvimento industrial da Bahia. “Foram três os grande momentos:  o primeiro foi a implantação da refinaria Landulpho Alves, na década de 50. O segundo momento importante foi a criação do pólo petroquímico de Camaçari nos anos 70 e finalmente a vinda da Ford no início da década de 2000”, elencou o senador. O senador lembrou que apesar das barreiras criadas por aqueles que não tinham visão econômica e política, o protocolo da vinda da Ford foi assinada em dezembro de 99. “Em pouco menos de dois anos, em outubro de 2001, era fabricado o primeiro carro baiano", lembrou César.



domingo, 8 de novembro de 2009

Uma triste realidade.





http://fashion-crap1.blogspot.com/2009/11/blog-post.html

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Basta de irresponsabilidade dos nossos governantes.


· COTIDIANO / CAOS NA SAÚDE

06.10.09 | 10h15 - Atualizado em 06.10.09 | 10h32

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· Demissões deixam o Pronto-Socorro sem médicos

· Depois dos cirurgiões, pediatras e anestesistas decidem deixar os cargos

· MidiaNews

Greve dos médicos prejudica atendimento no PSMC: impasse continua com a Prefeitura


BRUNO GARCIA
DA REDAÇÃO

A categoria dos médicos que atuam na administração municipal, após realizar uma assembléia-geral, no auditório do Conselho Regional de Medicina (CRM), na noite de segunda-feira (5), manteve o movimento de greve na Capital. Nesta terça-feira (6), outros médicos prometem deixar os plantões, após cumprirem aviso prévio de 30 dias. Desta forma, eles reforçam o movimento demissionário.

Os profissionais aguardaram até às 22 horas uma contra-proposta prometida pelo prefeito Wilson Santos (PSDB), que seria encaminhada, por escrito, antes do início da assembléia. "A atitude do prefeito revoltou os médicos que participaram da assembléia", diz nota da assessoria.

O Sindicato dos Médicos fará um pronunciamento, nesta terça (6), às 14 horas, na sede da entidade, localizado no Edifício Marechal Rondon, ao lado do Pronto-Socorro Municipal. Participarão da coletiva os médicos pediatras que, seguindo o exemplo dos cirurgiões na ultima sexta-feira, também pretendem deixar de cumprir plantões no PS.

A justificativa principal, apresentada na nota à imprensa, dá conta que o motivo seriam "as péssimas condições de atendimento ofertadas à população e a intransigência da Prefeitura no processo de negociação salarial".

Também devem participar da coletiva os médicos anestesistas, que anunciaram, na segunda-feira, sua decisão de reforçar o movimento demissionário, em face da "postura autoritária que está sendo adotada pela Prefeitura de Cuiabá".

Com isso, o Pronto-Socorro que já está sem 23 dos 27 cirurgiões, ficará desfalcado nos quadros de pediatria e anestesia. Os números dos demissionários serão apresentados na entrevista coletiva, nesta tarde.

Outro lado

A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde ficou de retornar a ligação. Até o momento da edição da matéria, o contato não foi feito.

Médico também é gente.

06/10/2009 - 07h45
Médicos mantém ofensiva com desligamentos para escapar da Justiça
Edilson Almeida
Redação 24 Horas News



A irá da classe médica com o prefeito Wilson Santos e o secretário Luiz Soares, de Saúde, a quem chamam de “terrorista”, aumentou mais. Na segunda-feira à noite, eles anunciaram que a rede de saúde pública em Cuiabá não mais contará com o atendimento de 28 pediatras a partir desta terça-feira. Ainda, outras demissões serão protocoladas na Prefeitura Municipal de Cuiabá a partir de hoje. “A responsabilidade será única e exclusiva do prefeito Municipal de Cuiabá, devido os médicos já terem cumprido com seu aviso prévio e o prefeito nada ter feito para contornar a situação” – diz o presidente do Sindicato dos Médicos, Luiz Carlos Alvarenga, em comunicado após assembléia-geral.

A decisão de seguir com o processo de demissões se deve, segundo o dirigente, ao fato de o prefeito não ter encaminhado por escrito um documento para seguir com as negociações. Eles disseram em comunicado que aguardaram, inutilmente, até às 22 horas por uma contra-proposta que o prefeito havia prometido, pela manhã, que encaminharia por escrito ao Sindicato, antes do início da Assembléia. A atitude do prefeito revoltou os médicos que participaram da Assembléia.

A estratégia do desligamento passou a ser adotada depois que a Prefeitura e o Ministério Público Estadual, através de suas promotorias de defesa do cidadão, começaram a receber do Judiciário garantias de que o atendimento não poderia sofrer paralisação. O Sindicato dos Médicos ficou obrigado a garantir a escala de atendimento na proporção de 60%.

Os médicos se queixam de duas situações: a primeira quanto a questão salarial. A segunda, a falta de condições de atendimento no Pronto Socorro Municipal. A Prefeitura descartou o aumento salarial e, pelo menos publicamente, se mostram longe de um acordo. Segundo o prefeito Wilson Santos, os médicos querem receber R$ 8 mil para trabalhar 20 horas semanais. Os médicos dizem que o piso é baixo, não chegando a R$ 1 mil por mês. O secretário Luiz Soares, por sua vez, sustenta que a média salarial é de R$ 3,8 mil para a jornada de trabalho. Esse valor é constituído de salários e bônus que contabiliza a assiduidade dos profissionais – um dos pivôs da revolta.

Outro ponto da insatisfação dos médicos diz respeito às condições de trabalho. O prefeito Wilson Santos, há semanas, anunciou que faria a reforma completa das instalações da unidade. O início da reforma está marcado para o dia 13. Estão previstos melhorias na parte física da unidade e também aquisição de novos equipamentos. “Nós, da Prefeitura, nunca nos furtamos a sentar a mesa de negociações e queremos atender as reivindicações. Algumas já atendemos, como, por exemplo, o pagamento do prêmio de dezembro de 2007. Outras, infelizmente, não temos condições de atender” – lamentou o prefeito.

Além dos pediatras, que seguem o mesmo caminho dos cirurgiões, o Sindicato dos Médicos confirmou que médicos anestesistas anunciaram, na assembléia-geral de segunda-feira à noite, no auditório do Conselho Regional de Medicina, decisão de reforçar o movimento demissionário “em face da postura autoritária que está sendo adotada pela Prefeitura de Cuiabá”.

domingo, 4 de outubro de 2009

2010 esta chegando ou já chegou?





O PCdo B deve ter candidato a deputado estadual em Ipiaú, disputando com Leur Lomanto, Sandro Regis e Maria (do Centro de Abastecimento) Del Carmen. Sandro Regis sempre teve e terá uma grande votação na micro região de Ipiaú.

Se a moda pega não vai sobrar nenhum Pronto Socorro para o povo.

02/10/2009 - 20h40

Só agora 21 médicos pediram demissão;

Prefeitura transfere emergência

Redação 24 Horas News

Ao contrário do que foi anunciado pelo Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), somente na quinta-feira é que foram protocolados pedidos de exoneração de 20 cirurgiões lotados no Box de Emergência, dois médicos lotados no Pronto Atendimento Adulto – ambos do Pronto Socorro Municipal e uma médica lotada no PSF Novo Mato Grosso. Um médico que pediu exoneração não tem nenhum vínculo com a Secretaria de Saúde de Cuiabá, o que é muito estranho. É o que garante a Prefeitura de Cuiabá, em nota pública divulgada nesta sexta-feira para tratar do processo de radicalização por parte a categoria, em greve e processo de demissão em massa. A nota critica o movimento e enfatiza que das 14 reivindicações da categoria, apenas duas não seriam atendidas: a demissão do secretário Luiz Soares, e a outra de estabelecer o piso dos médicos em R$ 8.239,24. “De um lado a inconveniência de deixar um sindicato escolher o auxiliar do prefeito, eleito pelo voto popular. De outro, a impossibilidade de elevar o piso para mais de R$ 8 mil estritamente devido a falta de recursos e provocado pela queda da receita agravada pela crise mundial e também por contrariar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)” – observa o documento. A Prefeitura afirma ter mantido “uma postura democrática durante todo o processo de negociação”, com o prefeito participando diretamente de cinco reuniões

com o Sindimed. A nota sugere uma espécie de ardil utilizado pela categoria. Observa que ao não protocolarem os pedidos de demissão, impedir que a Secretaria de Saúde do Município pudesse fazer novas contratações “até mesmo porque outros médicos, seguindo o Código de Ética Médica, não poderiam assumir o posto de colegas durante reivindicação por melhores salários ou condições de trabalho sem serem punidos pelo CRM”.

“Com os pedidos de demissão protocolados, os cargos ficaram efetivamente vagos com a homologação e publicação na Imprensa Oficial, cabendo ao poder público municipal buscar a contratação de profissionais individualmente ou através da terceirização dos serviços” – informa a nota.

A Prefeitura informa que enquanto as vagas são repostas, os pacientes graves vítimas de traumas estão sendo encaminhados para outra referência na rede estadual de urgência e emergência pelo SAMU, que tem a região metropolitana como área de abrangência, e os menos graves para as seis policlínicas de Cuiabá. O Pronto Atendimento Infantil e Adulto do Pronto Socorro funcionam normalmente, assim como o CTQ, CIAVE, ortopedia, UTIS e internações.

“A posição governamental é de que o interesse da população de Cuiabá deva ser defendido e se sobrepor indiscutivelmente a interesses de um pequeno grupo de profissionais, que, por atender no centro nevrálgico do Pronto Socorro – o Centro Cirúrgico – não demonstrou nenhuma sensibilidade com a população ao abandonarem o serviço sem agendar a reposição com outros profissionais” - finalizou.

Comentários:

Constancia - 04/10/2009 12:23:00

Como sempre o governo, neste caso o Estadual do Mato Grosso, quer colocar a culpa dos problemas de saúde na classe médica, que luta corretamente por seus direitos. Não fala das péssimas condições de saúde a que submete estes profissionais e, com certeza a população tb. A luta dos médicos é uma luta tb do povo, já cansado e revoltado com o descaso do governo na infraestrutura básica de saúde e sua demagogia que atualmente não convence mais ninguém. Dinheiro TEM SIM! É só NÃO DESVIAR!

Fernando - 03/10/2009 19h28min: 00

O salário dos amarelinhos que ficam aí distribuindo multa pra todo mundo pode ser de 9000, o dos médicos que atendem "no centro nevrálgico do pronto socorro" não pode. Essa nota além de contraditória é ridícula. Continua a estratégia da prefeitura de desmoralizar a categoria médica, projetando nela os defeitos da classe política que domina e castiga o povo de Cuiaba hoje.

Braúlio - 03/10/2009 12h56min: 00

Coitada da população carente de Cuiabá, com um prefeito intransigente e um secretário de saúde truculento (este é o pior dos defeitos, além de alguns "vícios" que possui), deixando a categoria médica desprestigiada (sem direitos trabalhistas, condições de trabalhos adequadas e baixa remuneração) e a população que depende do SUS sem atendimento digno (sem medicamentos, seringas, condições dignas de internação ou tratamento adequado)... É... Sinto muito... Ano que vem tem eleições... Vamos pensar bem em quem votar em depois não penar por mais 4 anos...





PS: Não é ainda na Bahia não!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Gripe Suina ou A (H¹N¹) ou Peru e Dengue A.





quinta-feira, 6 de agosto de 2009

www.paulorangel.com.br


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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Médica é presa.

Médica é presa por não conseguir leito em rede estadual de saúde



30/07/2009
A coordenadora da Central de Regulação do Estado do Rio de Janeiro, a médica Ana Murai, foi presa na madrugada desta quarta-feira (29/07), por não ter conseguido um leito para internação de uma paciente, conforme divulgam os principais veículos de comunicação da região Sudeste. Segundo noticiou o site do jornalista Sidney Rezende, a ação foi movida pela família da aposentada Maria Elza da Silva Aquino, 64 anos, internada em uma clínica particular, na Ilha do Governador, Zona Norte com o quadro de cardiopatia e infecção generalizada.

De acordo com a matéria do site SRZD, "Ana Murai foi presa durante o plantão médico na sede do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj), no bairro da Cruz Vermelha, e levada para a 5ª DP (Mem de Sá), no Centro.

O superintendente estadual de regulação de vagas, Carlos Alberto Chaves, alegou falta de bom senso do Judiciário e disse ter uma lista com 118 pacientes na fila de espera. A médica Ana Murai ficou quatro horas na delegacia, onde prestou depoimento e foi liberada para responder o processo em liberdade.

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio (Cremerj) divulgou nota condenando a prisão da médica Ana Murai. A nota diz que "É lamentável que a médica, responsável apenas pela regulação (administração) de leitos, seja conduzida à delegacia porque as autoridades de saúde não oferecem leitos suficientes para atender a demanda da população.

Sabe-se que o Poder Judiciário está cumprindo seu papel, mas é importante que haja sensibilidade na avaliação dos casos desse tipo. Afinal, a falta de leitos nos hospitais não é uma responsabilidade dos médicos e, sim, das autoridades federais, estaduais e municipais, que há muitos anos não cumprem seus deveres como gestores da saúde no Rio de Janeiro.

A médica em questão cumpriu três decisões da Justiça para internação de pacientes na mesma noite. E, ainda assim, foi presa porque não havia leito disponível para atender a quarta demanda judicial, que tratava de uma paciente já sob cuidados médicos em um hospital particular. O Cremerj considera absurdas a prisão e a exposição pública da médica, que não tem ingerência sobre o aumento do número de vagas. O Cremerj dará todo o suporte jurídico para a defesa da médica". afirma a nota.

O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, também condenou a prisão da médica. A paciente foi transferida na tarde desta quinta-feira, 30, para o Hospital de Acari".
Fonte : Site do jornalista Sidney Rezende (SRZD)

Geddel X Paulo Souto ?

Como o comentário de Mário Bittencourt, leitor e parceiro do blog, ao post “PMDB aposta tudo em Geddel” (leia aqui) contém boas informações de Lúcio Vieira Lima, presidente do PMDB na Bahia, que ajudam a entender melhor a postura dos peemedebistas baianos, aproveito para criar este novo post sobre o mesmo assunto. As declarações de Lúcio foram dadas durante o encontro regional da legenda em Porto Seguro, no último sábado. As palavras são claras, segundo transcrição do leitor Mário Bittencourt: “Tá demorando de o PT entender que o PMDB não está mais com Wagner (…) Nós estamos com a candidatura de Geddel nas ruas, nos encontros, visitando as cidades. Há uma mobilização e os cargos [dos secretários] já foram entregues”. E ainda confirmou a criação do segundo palanque para Dilma Rousseff na Bahia, lembrando que é “Dilma quem vai subir no palanque do PMDB e não Geddel no palanque do PT”. Ou seja, pelo menos nos encontros regionais, o PMDB já se porta como afastado e rompido com a aliança que elegeu Jaques Wagner em 2006. O que resta mesmo seria apenas a oficialização do rompimento, o que acontecerá quando o governador decidir demitir os secretários e outros ocupantes de cargos indicados pelos peemedebistas.